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Tratamento e cuidados com os exercícios.
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Uma solução programada: O segredo está no
tipo e na qualidade dos alimentos ingeridos associado a novos
medicamentos, suplementação de vitaminas, sais minerais aminoácidos e
exercícios programados.
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Quem está acima do peso conhece o
drama. Fazer regime é uma das tarefas mais difíceis de se cumprir.
Não
há quem não sonhe em tomar uma pílula mágica e acordar no dia seguinte
com o corpo que sempre sonhou. Esse milagre, entretanto ainda não
aconteceu. Muita gente ainda acredita que a obesidade, as gorduras
localizadas e a celulite, são conseqüências somente da gula e dos
excessos de alimentação. Por isso, na grande maioria dos casos, as
pessoas com estes tipos de problemas apelam para as medidas mais
radicais. Regimes de fome, as famosa dietas da moda, as sopas mágicas
da televisão, produtos vendidos sem indicação e controle Médico,
injeções, hormônios tireoidianos e uma série de métodos miraculosos
não aprovados pela comunidade científica. Tudo isso pode até
apresentar um resultado satisfatório, mas, certamente acarretará
distúrbios orgânicos no futuro.
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Ao longo destes 30 anos de
profissão, baseado em estudos próprios, no tratamento da Obesidade,
atendendo e supervisionando o tratamento de mais de 100.000 pacientes
obesos, observei que o stress associado a deficiências de determinados
nutrientes, como vitaminas, sais minerais, oligoelementos,
aminoácidos,etc., levam a pessoa instintivamente a procurá-los na
comida, levando assim a obesidade.
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Pelo desconhecimento onde são
encontrados estes nutrientes, a pessoa come indiscriminadamente, dando
preferência aos tipos de alimentos que mais gosta (normalmente os mais
ricos em calorias), o que a leva a engordar. Isso explica porque
muitas vezes, sem estar com fome e sem saber especificamente o que
quer comer, a pessoa "assalta" a geladeira e acaba "mergulhando" na
primeira guloseima que encontra.
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É natural que esta rotina acabe por
se transformar em um círculo vicioso. As pessoas em stress e carentes
dos nutrientes
necessários
ao organismo consomem alimentos calóricos compulsivamente e cada vez
vão engordando mais. Paralelamente a isso, a pessoa com excesso de
peso vai sofrendo uma constante carga psicológica -tem medo de ser
rejeitada, vê suas roupas ficando cada vez mais apertadas, se priva de
divertimentos saudáveis, a sua vida familiar, afetiva e sexual piora a
cada dia, se priva de divertimentos saudáveis -que a força a comer em
maiores quantidades para compensar, inevitavelmente aumentando o nível
de stress nessa pessoa.
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Para tirar a pessoa desse círculo
vicioso e desenvolver para ela um programa de hábitos alimentares
saudáveis, somente um acompanhamento Médico especializado e eficaz. É
necessário durante a consulta Médica uma anamnese detalhada do
paciente, além de uma avaliação laboratorial rigorosa, inclusive de
exames relacionados a obesidade e ao Stress, como os níveis
plasmáticos da Leptina e de hormônios da hipófise e supra-renais, como
o ACTH e o Cortisol, hoje tido como o hormônio da obesidade.
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Alem disso é necessário saber-se os
hábitos da pessoa, como a que horas acorda, quando almoça e janta, o
que comeu, a quantidade, a freqüência desse alimento em sua rotina
diária, o volume de água ingerida, bebidas alcoólicas e até mesmo o
número de cafezinhos tomados, a que horas vai dormir, quais os
momentos do dia em que tem mais fome e/ou "vontade de comer".
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A partir disso pode-se saber que
conduta tomar, tanto em termos de medicação quanto a indicação de um
Plano de Alimentação que vai indicar quais são os alimentos, em termos
de qualidade e quantidade, a serem ingeridos pelo paciente para que
ele restabeleça os índices normais de nutrientes e conseqüentemente,
deixe de assaltar" a geladeira para "caçar" guloseimas.
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Para alguns pacientes se usa
substâncias que controlem o apetite ou então as mais modernas, que
agem controlando a saciedade, assim a quantidade de alimento que for
oferecida, mesmo que menor que a habitual saciará a pessoa. Hoje
também temos o auxilio de aminoácidos que agem na queima de gorduras,
convertendo-as em açúcar e em seguida em energia, como é o caso da Glutamina. Usa-se também minerais como o Zinco, o Vanádio e
principalmente o Cromo,
sendo que este último ajuda a diminuir a "fissura" que muitas pessoas
tem pelo doces.
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Para as pessoas que desejam
emagrecer, têm pouca quantidade de quilos a perder e não desejam fazer
uso de substâncias moderadoras de apetite ou saciedade e não conseguem
"fechar a boca" sem o auxilio de algo para enfrentar essa difícil
"empreitada", pode-se optar pelos fitoterápicos, que são extratos de
plantas que agem no controle do apetite e no emagrecimento. Entre
essas substâncias encontramos a Gymnema Silvestre e a Garcínia, sendo
esta ultima uma planta nativa do Sul da Ásia. Seu extrato realiza o
sonho dourado de todo gordinho: reduz a vontade de comer doces sem
provocar nenhum efeito colateral. Isso ocorre porque possui um ácido
que tem ação no fígado e normaliza os níveis de glicose. Com isso
ocorrendo o cérebro recebe uma mensagem de saciedade e o desejo por
açúcar diminui.
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Paralelamente a isso é feito um
tratamento de suplementação nutricional com a finalidade de auxiliar
na queima das gorduras,
repor as vitaminas, oligoelementos e
aminoácidos deficientes ao paciente, além de se fazer um tratamento
para se combater o stress e evitar a flacidez e evitar o cansaço e o
ar de abatimento, depressão, tensão nervosa e envelhecimento, tão
comuns nos tratamentos convencionais de emagrecimento.
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Hoje em dia, o tratamento para
obesidade alem de estimular o emagrecimento, visa também o
reequilibrar o organismo, combatendo os "temidos e famosos" Radicais
Livres, que tanto causam prejuízos ao organismo, além de melhorar a
auto-estima, a memória e melhorar o interesse e funções sexuais, tanto
no homem quanto na mulher. Alem disso é possível perder peso sem os
sacrifícios habituais, fazendo 6 refeições por dia e cumprindo todas
as normas do tratamento é possível até de não ter o risco de voltar a
engordar, já que "a pessoa adquire hábitos alimentares saudáveis e tem
o seu equilíbrio orgânico reestruturado".
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O Stress engorda:
Tensão libera hormônio que impede emagrecimento.
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O stress tem sido apontado como responsável por boa parte das doenças
que afligem o homem moderno. Agora, entra na lista de mazelas mais um
(e terrível) efeito colateral: o stress engorda. E não apenas porque o
estressado costuma atirar-se avidamente sobre uma torta de chocolate.
Num processo perverso, a vítima pode engordar mesmo com a boca
fechada. O processo corre a sua revelia, porque a tensão contínua faz
o organismo liberar, em maior quantidade, dois hormônios responsáveis
pela obesidade – a adrenalina e a cortisona. Quanto mais tensão, maior
o risco de engordar. Pior. Esse tipo de obesidade invariavelmente
desencadeia doenças como diabetes, hipertensão arterial, infarto e
derrame.
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Ganhar peso é conseqüência
conhecida por quem toma remédios à base de corticóides. Mas só
recentemente foi estabelecida uma associação direta entre o nível de
cortisona, o stress e a obesidade. Cientistas suecos, ao analisarem a
taxa do Cortisol, o análogo natural, produzido pelo corpo, da
Cortisona, em pessoas submetidas à mesma carga de stress durante um
dia normal de trabalho, observaram que algumas liberavam muito mais
hormônio que outras. O teste foi feito com a coleta de saliva em
várias fases do dia, e o resultado foi surpreendente.
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Os cientistas observaram a
existência de três grupos:
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No primeiro, o nível do Cortisol
subiu em situações estressantes e logo voltou ao normal. Nesse grupo
estavam indivíduos magros e sem problemas de colesterol ou açúcar; |
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No segundo, a taxa cresceu muito e
demorou a regredir. Foram registradas alterações de colesterol, açúcar
e pressão arterial, além de maior número de obesos; |
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No terceiro grupo, o nível de cortisona manteve-se alto. Foi ali que
houve maior incidência de problemas de peso, pressão arterial e taxas
altas de colesterol e açúcar. Quando investigou as razões de tamanha
variação, os cientistas descobriram que as pessoas mais sensíveis ao
stress têm alterações no gene receptor da Cortisol. |
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Recentemente, em um outro estudo,
decidiu-se averiguar o comportamento das glândulas supra-renais – que
secretam hormônios responsáveis pelo metabolismo, inclusive o Cortisol
– em pacientes com obesidade provocada por stress. Foi verificado que,
se muito estimuladas pela produção do Cortisol, essas glândulas, que
ficam acima dos rins, aumentam de tamanho. Por esse motivo, a gordura
concentra-se no abdome. Descobriu-se ainda que, em boa parte dos
casos, as pessoas que têm esse tipo de obesidade engordaram a partir
de choques emocionais, como a perda de um parente querido.
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Em muitos casos, identifica-se um
gatilho para desencadear a obesidade, podendo assim, dividirmos o
Stress:
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No primeiro, a tensão instala-se,
mas existe reação para sair de uma situação incômoda; |
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No outro, está o grande perigo. As pessoas simplesmente desistem de
lutar. Normalmente, quem reage dessa forma cai em depressão e sofre
das mesmas alterações nos níveis de cortisona provocadas pelo stress,
com idênticas conseqüências: desequilíbrio nas taxas de colesterol e
de açúcar e obesidade. |
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Normalmente, quando a pessoa com
excesso de peso procura um Médico para emagrecer, após receber uma
dieta
ele ouve: "- Vá fazer exercícios !". Para aquela pessoa que está com o
peso acima do seu ideal o exercício passa a ser um castigo, pois
normalmente não consegue fazer os exercícios programados, seja por
cansaço pelo seu peso em excesso ou até mesmo pela vergonha em expor
seu corpo.
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Quando inicio um tratamento para
perda de peso, prefiro que o paciente primeiro perca alguns quilos
para posteriormente, já mais satisfeito e disposto com os quilos
perdidos iniciar um programa de exercícios. Além
disso,
ao deixar os exercícios para uma segunda fase no emagrecimento o risco
de lesões em articulações, ligamentos e músculos torna-se muito menor
do que quando o paciente se apresenta com "muitos quilos" à mais. A
sobrecarga do aparelho cardiovascular nessa condição de menor peso,
também será bem menos agressiva. O exercício inicial a ser feito, logo
que chegue a um nível suportável de peso, será a caminhada. Em seguida
ela deve ser complementada com exercícios de resistência muscular e
atividades físicas, mas sempre com o devido acompanhamento
profissional, sendo que o aumento da carga e da variedade dos
exercícios, desde que seja orientado por um profissional
especializado, não significa risco. Ao iniciar os exercícios o
paciente é recomendado a utilizar determinados aminoácidos e
suplementos que poderão otimizar os resultados obtidos com os
exercícios.
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NA HORA DE MALHAR
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O ideal é iniciar em sessões semanais, progressivas, com duração média
de uma hora por sessão, que serão compostas predominantemente por
exercícios aeróbicos, sempre seguindo 4
fases
distintas, conforme o quadro abaixo:
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Inicialmente faz-se o Aquecimento,
quando se praticam os exercícios de mobilidade muscular e alongamento.
Em seguida, deve se passar a fase Aeróbica, na qual faz-se caminhada,
pedalar, correr ou nadar. A terceira fase é a da Resistência Muscular
e Flexibilidade, onde se farão exercícios para tal. Para finalizar
tem-se a fase de Desaquecimento, quando serão feitos exercícios
respiratórios, posturais, alongamento e técnicas de relaxamento.
Seguindo essa orientação o exercício será agradável e não causará
nenhum tipo de lesão ao organismo do paciente.
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O programa deve ser realizado
usando entre 65% e 75% da freqüência cardíaca máxima, faixa em que há
perda de gordura (o quadro abaixo mostra como calcular os índices
máximo e mínimo para executar os exercícios). As atividades aeróbicas
são alternadas com um circuito de musculação na ordem indicada.
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CUIDADOS IMPORTANTES
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Hidratação: beber líquidos
na quantidade e na hora certa é uma providência que evita a
desidratação, que pode causar dores de cabeça e tontura durante o
exercício. Para a realização de atividades físicas moderadas, deve-se
fazer a hidratação da seguinte forma:
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Antes: dois copos duas horas antes
da atividade. |
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Durante: um copo a cada quinze ou
vinte minutos – de acordo com a intensidade da atividade. |
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Depois: uma vez e meia a quantidade
de líquido perdida durante o exercício – para saber quanto, basta
pesar-se antes e depois da atividade. |
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Os esportes realizados ao
ar livre geralmente trabalham o corpo de forma completa e para
se escolher qual praticar, é possível fazer a seleção de
acordo com os principais músculos trabalhados durante a
atividade. Enquanto o trekking garante panturrilhas
saradas, o vôlei de praia deixa as coxas em forma. Em uma avaliação feita por
especialistas, com notas de 1 a 5 aos benefícios obtidos para
seis partes do corpo em seis esportes, onde quanto maior a
nota, mais trabalhada é a região durante o exercício,
chegou-se ao seguinte resultado: |
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Este artigo não
pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você
apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada
substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto
para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e
especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada
e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter
uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer
uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional
do paciente e fazer um estudo pormenorizado com exames
laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma) e
outros através de sangue, urina e fezes. |
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