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Antes de se falar em Hipotireoidismo é preciso que se conheça a
Tireóide, uma glândula
localizada na
parte anterior do pescoço, bem abaixo do Pomo-de-Adão.
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A Tireóide é a glândula responsável pela produção dos hormônios T3 (Triiodotironina)
e o T4 (Tiroxina) que afetam a maioria dos órgãos, incluindo coração,
cérebro, fígado, rins e pele.
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Na figura ao lado pode-se visualizar a Tireóide que é formada por um
Lobo Direito, um Lobo Esquerdo e uma zona central chamada de Istmo.
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Existem inúmeras doenças que podem acometer a Tireóide, e
aproximadamente 5 % da população apresentam algum tipo de sintoma. É
interessante observar que as moléstias da Tireóide são muito mais
freqüentes em mulheres do que em homens.
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O que é
Hipotireoidismo?
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Quando um Médico dá um diagnóstico de Hipotireoidismo, significa que a
pessoa apresenta sintomas comuns, compatíveis com baixa função da
glândula Tireóide, ou seja, a Tireóide está produzindo pouco hormônio.
Acredita-se que 5% da população americana tem hipotireoidismo, sendo
que 360.000 casos novos de doenças da Tireóide são diagnosticados
todos os anos nos Estados Unidos, onde 1,8% da população tem que fazer
reposição do hormônio tireoidiano. O American College of Physicians
recomenda um "screening" de todas as mulheres após os 40 anos, devido
elas apresentarem 4 vezes mais chances de terem Hipotireoidismo.
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O Hipotireoidismo é muito comum, sendo difícil estimar o número de
pacientes com a doença, pois muitas pessoas têm o Hipotireoidismo e
não sabem. Pesquisas revelam que cerca de 5 milhões de brasileiros têm
Hipotireoidismo, a grande maioria ainda não diagnosticada. Um grande
número de pessoas apresenta sintomas vagos de cansaço e desânimo,
atribuindo-os, de forma errônea, como sendo próprios da idade. O
Hipotireoidismo pode ser encontrado em homens e mulheres e sua
incidência aumenta com a idade.
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Hipotireoidismo congênito
O bebê ao nascer pode ter uma falta absoluta e congênita da glândula
tireóide ou pode ter ocorrido um erro no desenvolvimento embrionário
da glândula em que as células tireóides não tenham migrado por
completo e se tenham estabelecido na base de língua ou em qualquer
outra zona do trajeto normal e aí se tenham desenvolvido.
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Na ausência total da glândula o
problema é grave e tem que ser resolvido nos primeiros dias depois do
nascimento pois até então recebia as hormônios da mãe.
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Quando há um problema na migração a
quantidade de parênquima que se desenvolveu mesmo que fora do seu
local habitual é suficiente para que a criança se desenvolva
naturalmente.
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Hipotireoidismo induzido por causas externas
Por extirpação cirúrgica parcial da
glândula tiróide por qualquer motivo é evidente que se assiste a uma
quebra na produção hormonal. Ainda que a glândula possua uma certa
capacidade de compensação aumentando o tamanho pode produzir-se uma
situação de hipotireoidismo.
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Por tratamento prévio com Iodo
Radioativo (I-131). Esta substância é utilizada em casos de
hipertireoidismo. Como a glândula tireóide é o único órgão a captar o
iodo, ingerindo uma quantidade certa de iodo radiativo, este provoca a
morte de parênquima tireóideo provocando de imediato uma situação de
hipotireoidismo. Esta dose tenta ser o mais acertada possível por
parte dos Médicos Especialistas em Medicina Nuclear. Contudo a ruptura
de folículos que o tratamento ocasiona põe em marcha uma reação
auto-imunitária que leva à progressiva destruição das células da
glândula.
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Hipotireoidismo induzido por medicamento
A medicação anti-tireoidiana
desnecessária, isto é, tomada para combater uma situação de
hipertireoidismo e que é tomada para além do tempo necessário leva a
um bloqueio na assimilação do iodo pela tireóide, baixando os
hormônios tireoidianos no sangue e elevando a TSH o que provocaria um
aumento desmedido do tamanho da glândula (Bócio ou Hiperplasia Difusa
) e finalmente a uma situação hipofuncional severa. Outros
medicamentos, como a Amiodarona ou o Lítio ocasionam o bloqueio na
absorção do iodo induzindo situações de Hipotireoidismo, que obriga a
um tratamento com L-Tiroxina se não se consegue suprimir o medicamente
que está a causar essa modificação.
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Hipotireoidismo por alimentação pobre em
iodo
Existem zonas do mundo em que a concentração de iodo na
água e nos terrenos agrícolas é muito reduzida levando a situações de
Bócio Endêmico por carência generalizada desse elemento.
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Hipotireoidismo de causa Imunitária
(Tireoidite Auto-Imune)
Também chamada de Tireoidite de Hashimoto, é a causa mais
freqüente de hipotireoidismo. O organismo está preparado para reagir a
agressões exteriores mediante um sistema imunitário em que participam
de forma fundamental os linfócitos. Quando um corpo estranho invade a
célula produz-se primeiro uma fase de reconhecimento e um vez
verificado que se trata de um elemento estranho, o organismo, através
de um processo bastante complexo mas bem conhecido elabora substâncias
defensivas (anticorpos) que atacam o elemento transgressor.
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Na glândula os hormônios estão
armazenadas em folículo tireóideos. A Tireoglobulina, que é a grande
molécula da qual se fazem os hormônios ativos T3 e T4 nunca passa para
o sangue. Se por qualquer motivo (por ex: devido ao I-131) esta
Tireoglobulina e outras substâncias iodadas aparecem no sangue devido
à ruptura de um deste folículos vão induzir uma resposta imunitária do
organismo na qualidade de substância orgânica estranha. Deste modo o
organismo vai produzir anti-corpos que uma vez chegado à tiróide
eliminam as substâncias iodadas rompendo no processo células
tireóideas, alterando folículos e finalmente libertando mais
Tireoglobulina que vai agravar ainda mais a lesão. É um ciclo lento e
vicioso que só para na destruição total da glândula.
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A tireoidite crônica auto-imune é
como o nome indica uma forma crônica de tireoidite que do ponto de
vista clínico pode ter pouca sintomatologia e passar mesmo
despercebida. A sua origem é imunológica e está relacionada com
fenômenos de auto-imunidade, com auto-agressão da tiróide pelo sistema
imunitário do próprio indivíduo. Esta doença é muito comum, 4 vezes
mais freqüente na mulher e cuja freqüência aumenta com a idade.
Existem muitas vezes familiares com bócio, alterações do funcionamento
da tiróide e/ou diagnóstico de tireoidite crônica auto-imune.
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Existem dois tipos de anticorpos
que atacam a glândula tiróide. Os Anticorpos Anti-Tireoglobulinas e os
Anti-Peroxidase (Anti-TPO). Desconhece-se o modo de atuar dos
primeiros embora se conheça o seu resultado prático. Dos segundo o
processo encontra-se substancialmente conhecido. Logo após da ingestão
do Iodo molecular (I2), este tem de ser oxidado a iodo atômico ou
iônico na presença de uma peroxidase para que se possa associar à
tirosina. Sem esta enzima, atacada pelos anticorpos, o organismo fica
inundado de iodo molecular sem que deste se retire qualquer proveito.
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A tireoidite crônica auto-imune
pode estar associada a mau funcionamento da tireóide. Pode evoluir com
alguma freqüência com hipotireoidismo e mais raramente com uma
Tireotoxicose transitória (tireoidite silenciosa).
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A Tireotoxicose pode surgir num
doente com tireoidite crônica auto-imune, em relação com uma situação
denominada Tireoidite Silenciosa. Nos doentes com tireoidite
auto-imune pode ainda haver ocasionalmente um aumento dos hormônios
tireoidianos em circulação, por hipertireoidismo. Uma variante da
tireoidite silenciosa é a denominada Tireoidite Pós-Parto.
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Nas tireoidites Silenciosa e
Pós-Parto pode haver uma fase de Hipotireoidismo transitório após o
episódio inicial de tireotoxicose. Em geral estas tireoidites, pela
natureza passageira da disfunção tireoidiana que lhes está associada,
poderão não necessitar de qualquer tratamento específico.
Os indivíduos com o diagnóstico de Tireoidite de Hashimoto,
deverão ser avaliados regularmente do ponto de vista funcional através
de exames laboratoriais, para detectar e tratar precocemente um
hipotireoidismo nos casos sem disfunção tireoidiana conhecida e para
monitorizar e ajustar o tratamento com o hormônio tireoidiano nos
casos com hipotireoidismo.
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A Tireoidite de Hashimoto é a
causa mais comum de Hipotireoidismo.
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Quando o Médico solicita um estudo
analítico para avaliar a função tireoidiana (T3, T4, TSH), muitas
vezes encontra valores normais e a pessoa pode estar a funcionar com o
seu metabolismo no nível inferior, mais perto do hipotireoidismo.
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Os hormônios tireoidianos aumentam
a transcrição de um grande número de genes e portanto a atividade
metabólica de todo o organismo — o metabolismo basal pode aumentar 60
a 100%!
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A utilização dos alimentos para
energia é muito aumentada, assim como a atividade das glândulas
endócrinas e os processos mentais. Estimulam quase todos os aspectos
do metabolismo dos hidratos de carbono, inclusive a rápida captação da
glicose pelas células, glicólise acentuada e neoglicogênese aumentada.
Diminuem a quantidade de colesterol e triglicérides no sangue e
aumentam a secreção dos sucos digestivos e a motilidade
gastrintestinal.
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- Mulheres, especialmente acima
dos 40 anos;
- Homens acima dos 65 anos;
- Mulheres no período pós-parto (6
meses após o parto);
- Pessoas com colesterol alto;
- Pessoas que já tiveram doenças
da tireóide anteriormente;
- Pessoas com história de doenças
auto-imunes (Tireoidite de Hashimoto);
- Pessoas que apresentem outras
doenças auto-imunes (Diabetes Tipo 1, Lupus, Atrite Reumatóide, etc);
- Pessoas tratadas anteriormente
de Hipertireoidismo;
- Pessoas que estiveram em
tratamento de Radioterapia de cabeça e pescoço;
- Pessoas em uso de Amiodarona ou
Lítio;
- Pessoas com Depressão ou
Síndrome do Pânico.
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Como o Hormônio da Tireóide afeta praticamente todas as células do
corpo, pode-se apresentar uma grande variedade de queixas se estiver
com hipotireoidismo:
- Cansaço;
- Depressão;
- Pele ressecada;
- Cabelos ásperos;
- Unhas quebradiças;
- Prisão de ventre;
- Anemia;
- Fadiga;
- Períodos de menstruação
irregular ou ausente;
- Aumento de peso;
- Tornozelos e rosto inchados;
- Colesterol elevado;
- Pressão baixa (ás vezes).
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A carência dos hormônios da Tireóide afeta as pessoas de diferentes
maneiras. Pode causar diversos problemas, sendo a pele um ótimo ponto
de observação, principalmente para as mulheres, sendo que uma das
doenças mais precoces que causam alterações na pele é o
hipotireoidismo.
A pele de quem tem hipotireoidismo é opaca, sem vida, mais seca,
descama com maior facilidade, fica mais grossa, como se estivesse
inchada e por mais hidratante que a pessoa passe, a pele nunca fica
100% boa se não for feito o tratamento adequado.
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Cérebro: Dificuldade de
concentração, Depressão.
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Coração: Diminuição do
ritmo cardíaco, Insuficiência cardíaca.
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Pele e cabelo: Queda de
cabelos, Ressecamento da pele.
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Músculos: Fraqueza, Dor,
Fadiga.
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Aparelho Digestivo: Prisão
de ventre.
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Fígado: Colesterol alto.
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Rins: Retenção de líquidos,
Rosto e Tornozelos inchados.
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Órgãos Reprodutivos:
Alterações menstruais, Infertilidade (mulheres e homens).
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Outros Sintomas: Apatia
(desânimo), Ganho de Peso, Anemia, Dores Articulares.
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No passado, o Hipotireoidismo era, em geral, diagnosticado quando já
estava em estágio avançado. Hoje, a sensibilidade dos novos teste
laboratoriais possibilitam o diagnóstico em fase muito precoce. Um
destes exames, o TSH (Hormônio Estimulador da Tireóide), mede a
quantidade deste hormônio que está circulando no sangue e informa como
está funcionando a Tireóide.
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O tratamento correto garante boa saúde.
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É indispensável tratar o Hipotireoidismo, pois a falta de tratamento
pode ocasionar sérios danos para a saúde. Os riscos da falta de
tratamento do Hipotireoidismo diferem de pessoa para pessoa. Nos
recém-nascidos (Hipotireoidismo Congênito), o tratamento é crucial
para prevenir o retardo mental, atraso no crescimento, deformações
físicas e outras anormalidades importantes. Esta é a razão pela qual
todos os recém-nascidos devem ser submetidos ao "Teste do Pezinho".
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Crianças e adolescentes com Hipotireoidismo podem ter seu
desenvolvimento mental e físico seriamente comprometidos, se não forem
prontamente tratados.
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Nos adultos, as conseqüências do não tratamento do Hipotireoidismo
podem provocar considerável desconforto ou incapacidade. Se o
Hipotireoidismo for acentuado, o não tratamento pode resultar em
doença mental e cardíaca ou, se for de maior gravidade, levar danos
ainda mais sérios.
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Como a maioria dos casos de Hipotireoidismo resulta de danos
irreversíveis da glândula Tireóide, não existe tratamento que
proporcione a cura definitiva.
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A Reposição Hormonal é o tratamento de escolha do Hipotireoidismo e
visa repor o hormônio que a Tireóide doente não consegue produzir. O
hormônio sintético da Tireóide usado no tratamento é chamado de
Levotiroxina Sódica.
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DURAÇÃO DO TRATAMENTO
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A Levotiroxina Sódica funciona no organismo exatamente como o hormônio
natural da Tireóide. É indispensável tomar os comprimidos de
Levotiroxina diariamente, para que o objetivo seja alcançado. Como
para a maioria dos pacientes, o Hipotireoidismo é crônico, portanto o
tratamento deverá ser instituído por toda a vida.
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A quantidade necessária de Levotiroxina varia de pessoa para pessoa. É
importante seguir as instruções do Médico, tomando a dose recomendada
de Levotiroxina, diariamente, pois ele solicita exames laboratoriais
muito sensíveis para determinar a sua melhor dosagem.
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Os sintomas do Hipotireoidismo não desaparecem imediatamente após
começar o tratamento com a Levotiroxina. Mantendo-se o tratamento,
tomando os comprimidos de Levotiroxina diariamente, notará uma lenta e
progressiva melhora na aparência e bem-estar. Mesmo que se tenha um
Hipotireoidismo acentuado, alguns meses após o tratamento passará
sentir alívio de todos os sintomas, lembrando que essa melhora não
significa que se pode parar de tomar a Levotiroxina, pois ainda que os
sintomas tenham diminuído, é importante continuar o tratamento, pois a
Levotiroxina estará substituído o hormônio que a sua Tireóide não
fabrica mais em quantidades suficiente. Se pára de tomar a
Levotiroxina, o organismo terá a função do hormônio sintético
diminuída nos períodos subseqüentes e com isso, nas semanas seguintes,
os velhos sintomas voltarão gradualmente.
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Se
você apresenta algum desses sintomas, procure ajuda médica
especializada urgente. |
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Este artigo não
pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você
apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada
substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto
para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e
especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada
e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter
uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer
uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional
do paciente e fazer um estudo pormenorizado com exames
laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma) e
outros através de sangue, urina e fezes. |
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