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Reposição hormonal masculina previne e retarda seus sintomas.
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Ouve-se muito falar em Reposição Hormonal para a mulher porque ela tem
sintomas clássicos. Faltou o hormônio, ela pára de
menstruar
e aí começa o ressecamento da pele, o cabelo fica sem vida e muitas
das há também a sua queda, mudanças repentinas de humor, depressão,
ondas de calor, obesidade, flacidez na pele e músculos, passa a ter
dificuldade nas relações sexuais devido ao ressecamento da vagina,
enfim, uma série de sintomas e sinais clínicos que vão surgindo
progressivamente. Essas alterações, que na mulher culmina com a
"temida" Menopausa, começam a surgir por volta dos 45 anos de idade.
Já no homem, vem sendo chamada de "Andropausa" e apresenta
sintomas dos mais variados, desde a perda do tônus muscular indo até a
sintomas depressivos e desinteresse sexual. Esses sintomas ocorrem
mais tardiamente, em relação às mulheres. Ela começa a surgir por
volta dos 50-55 anos. São os sinais do tempo provocando principalmente
déficit de hormônios também nos homens. Felizmente, com os avanços da
Medicina e a descoberta da Terapia de Reposição Hormonal Masculina, é
possível ao menos retardar essa triste evolução.
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A silhueta regressiva do homem (20 aos 55 anos) |
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A silhueta progressiva do homem (20 aos 120 anos) |
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Assim como na mulher - que tem seus níveis de Estrogênio (hormônio
feminino) diminuídos -, a medida o homem envelhece os
níveis de
Testosterona (hormônio masculino) vão baixando progressiva-mente. A Andropausa, ao contrário da Menopausa, não traz o fim da fertilidade
para o homem, apenas uma redução dela devido à menor produção de
espermatozóides, mas também tem sintomas incômodos. Entretanto esses
incômodos não são observados tão facilmente porque são mais sutis. Em
torno dos 55 anos, às vezes até mesmo antes, começa a perda da libido
e o interesse sexual diminui ou desaparece, apesar do homem
ainda ter ereção peniana. Mais tarde surge a dificuldade em ter ou
manter a ereção, alterações de humor, irritabilidade, sintomas
depressivos e alterações da memória, entre outros.
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SINTOMAS DE NÍVEIS BAIXOS DE TESTOSTERONA
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Cérebro
- Depressão;
- Perda de Concentração;
- Baixa Auto-Estima;
- Fadiga Matinal;
- Alterações de Humor;
-
Irritabilidade.
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Músculos
- Diminuição da Massa Muscular;
- Flacidez Muscular.
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Pêlos
- Queda de pêlos no peito, face,
nas axilas e na região pubiana.
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Ossos
- Diminuição da densidade mineral
óssea.
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Gordura
- Aumento da gordura corporal,
principalmente da gordura visceral.
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Sexo
- Diminuição do desejo sexual
(libido);
- Deficiência na produção de
esperma;
- Disfunção erétil (impotência
sexual).
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A ação principal da Testosterona
leva principalmente sobre os órgãos genitais e sobre o cérebro. Os
seus outros alvos são o sistema piloso (pêlos), o tecido muscular, a
massa gordurosa, as células sanguíneas e os ossos.
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ALVOS
DA TESTOSTERONA
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Quando a Testosterona diminui, as ações que exerce sobre os tecidos do
corpo diminui igualmente. Uma deficiência das taxas da Testosterona
reflete-se por conseguinte à vários níveis de funcionamento
(psicológico e corporal). Os sintomas observados podem ser diversos e
alterar a qualidade da vida. Tomados separadamente, não são claramente
evidenciado como Andropausa. No entanto, se estão todos presentes ao
mesmo momento, é necessário pensar um diagnóstico de Andropausa. A
expressão e a intensidade dos sintomas observados são variáveis entre
os homens.
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O interesse de se corrigir a esta
deficiência hormonal é fundamentado pelos seus efeitos nefastos sobre
a qualidade de vida mas sobretudo por os perigos a longo prazo aos
quais é associada:
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Ao nível do metabolismo, nota-se um
aumento de gorduras do sangue incluindo o
colesterol e por conseqüente, dos
riscos
cardiovasculares (hipertensão arterial,
aterosclerose). Na mulher,
riscos similares aparecem na Menopausa e parecem ser atenuados pelos
tratamentos por Estrógenos (hormônios femininos).
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A nível ósseo, o déficit de
Testosterona característico do Andropausa tem repercussões sobre a
qualidade dos ossos o que torna aparecimento da
Osteoporose, ou seja uma fragilidade dos ossos,
mais provável a longo prazo. A osteoporose pode existir no homem assim
como a mulher. O perigo principal é a facilidade fraturar-se as
vértebras ou dos ossos longos. As conseqüências nefastas de uma
fratura (dor e perda da mobilidade) parecem mais importantes no homem
que na mulher mas felizmente a freqüência é claramente menor no sexo
masculino. Outros fatores favorecem o aparecimento da osteoporose no
homem: a falta de atividade física, o alcoolismo e algumas doenças
raras.
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A acumulação de gordura visceral
pode conduzira Obesidade.
Esta toma uma distribuição característica "em maçã" que
distingue-se da obesidade feminina "em pêra". Acompanha-se
freqüentemente de perturbações cardiovasculares.
A nível muscular, a diminuição da força física reflete-se sobre a
prática física que diminui por sua vez que traduz assim a entrada num
"círculo vicioso".
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A
Fadiga aumentada pode resultar da redução do número de
glóbulos vermelhos.
OS EFEITOS DA IDADE
NO PÊNIS E NA PRÓSTATA
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O tendão que liga o pênis
ao púbis se afrouxa com o tempo, resultando na diminuição do
ângulo de ereção. Abaixo, o ângulo correspondente a cada
idade. |
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Qual foi a última vez que você falhou na cama? Se a resposta demorou
para vir à tona, provavelmente você sequer completou 40 anos. Mas se
ela veio rápido à sua cabeça, é provável que você já esteja perto dos
50. É difícil admitir, mas dificuldades ocasionais para manter a
ereção são consideradas normais após a quarta década de vida e não
devem se tornar fonte de frustrações. A flacidez do pênis deve-se
principalmente ao desgaste do tendão que liga o órgão ao púbis (osso
localizado na região sexual). Com o passar dos anos, o tendão se torna
menos elástico e, conseqüentemente, não funciona como deveria todas as
vezes que é requisitado. Por mais sexualmente ativo e saudável que o
homem seja.
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Pelo mesmo motivo, o ângulo das
ereções tende a diminuir. Se aos 30 anos o pênis fica 20 graus acima
da horizontal quando ereto, aos 70 ele se situa 25 graus abaixo. O
tempo entre uma ereção e outra, ao contrário, só aumenta com a idade.
Aos 30 anos, é comum ter duas ou três relações sexuais numa noite, com
intervalos de 20 ou 30 minutos. Aos 60 anos, muitos só conseguem fazer
sexo novamente no dia seguinte. Os médicos afirmam que essas são
mudanças naturais e que, portanto, os homens deveriam se preocupar
menos com a firmeza do pênis ou a freqüência das relações sexuais e
mais com a qualidade do sexo.
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O homem acredita que pode conter as
conseqüências do envelhecimento, mas não pode, e, em vez de tentar
inibir os efeitos do tempo, deveria se aproveitar deles. Idade é
sinônimo de experiência e isso conta muito mais que um pênis
infalível para o sexo prazeroso. |
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Uma das evidências de que a
eventual flacidez do pênis é natural em homens acima dos 40 anos é que
as ereções noturnas também diminuem com o tempo. Enquanto até essa
idade elas costumam durar mais de duas horas ao todo, aos 60, elas não
passam de uma hora e meia. Os médicos acreditam que as ereções
noturnas sejam um mecanismo que a natureza criou para assegurar a
procriação. Sabe-se que se o pênis passar meses sem uma ereção, ele
torna-se fibroso, correndo o risco de não ficar ereto novamente. As
ereções involuntárias, portanto, impediriam que o homem se tornasse
impotente antes do tempo. Como após os 40 anos, o homem já teve
bastante tempo para procriar a espécie, é natural que a intensidade do
mecanismo preventivo reduza.
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Caso as falhas na cama se tornem
rotineiras, não há motivo para pânico. Até os 60 anos, 90% das causas
de impotência sexual são psicológicas e apenas 10% são orgânicas. O
estresse do dia dia e a depressão pela proximidade da aposentadoria
podem estar atrapalhando o desempenho sexual. O melhor remédio nesses
casos é alterar o estilo de vida, estabelecendo uma divisão clara
entre trabalho e lazer, e encarar o fim dos dias trabalhados como uma
oportunidade de gozar a vida.
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A insegurança e o medo de não ser
hábil como antes também costumam ocasionar episódios de impotência.
Para driblar a ansiedade, nada melhor que prolongar as preliminares.
Além de estimular a parceira, os beijos e abraços vão te ajudar a
relaxar. A partir dos 60, fatores psicológicos e físicos dividem
igualmente as causas da disfunção sexual. Com o avanço da medicina, no
entanto, é possível tratar quase 100% dos casos. Para cada perfil de
impotência, há um medicamento novo no mercado.
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É bom frisar que a dificuldade de
ereção não impossibilita o orgasmo ou a ejaculação. Os três fenômenos
são independentes. De fato, o número de relações sexuais tende a
diminuir com a idade e, com ele, o número de orgasmos. A redução, no
entanto, ocorre muito mais em função de um certo desinteresse sexual
(afinal, depois de décadas fazendo sexo, isso não é mais novidade) que
impossibilidade física. Como acontece com as mulheres, os homens
também entram no período do climatério, mas as mudanças são graduais e
pouco atrapalham a atividade sexual. A partir dos 40 anos, verifica-se
a queda de apenas 1% ao ano da produção de testosterona - as mulheres
param de ovular ao atingirem a menopausa -e a qualidade do esperma
sofre poucas alterações. Chaplin e Picasso foram pais aos 60 anos.
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É natural que a vida sexual seja
motivo de preocupação ao atingir a meia-idade., mas reserve um tempo
para cuidar da saúde de
seu aparelho reprodutor. A próstata merece
especial atenção. Primeiro porque o câncer de próstata é a segunda
maior causa de óbitos por câncer entre os homens brasileiros, perdendo
apenas para o câncer de pulmão. Segundo, porque 80% a 90% dos homens
apresentarão alargamento da próstata depois dos 40 anos, um processo
natural, mas que pode gerar algumas inconveniências.
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O problema de alargamento da
próstata traz menos complicações. Provavelmente, você não vai notar a
transformação até que seu sono seja interrompido repetidas vezes para
ir ao banheiro. Sinal de que sua próstata cresceu tanto que está
amassando parte da uretra (canal por onde sai a urina). Daí a sensação
de que a bexiga não esvazia e a falta de controle sobre o ato de
urinar. Apenas mais uma inconveniência da idade com a qual se deve
aprender a lidar.
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Há milhares de anos os homens vem
procurando fórmulas e poções mágicas para manter sua virilidade e até
hoje em dia, em certas regiões da Ásia, é comum o uso de determinados
"remédios" para melhora da virilidade, que até então sempre foi o foco
principal do tratamento dos homens de meia-idade. A própria medicina
chinesa emprega o pó do chifre do rinoceronte branco (que praticamente
levou o animal à extinção), o pênis do tigre e outras coisas do gênero
com o intuito de recuperar a virilidade. Várias culturas têm o hábito
de comer testículos de animais assim como de se utilizar de plantas,
que sem saberem, estas plantas contém fito-hormônios (hormonios
vegetais como a Metoxi-isoflavona) com similaridade química com a
testosterona.
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Há algumas décadas os médicos
vinham prescrevendo Testosterona para pacientes com grandes perdas
físicas como os queimados, doenças consumptivas e outras doenças em
que havia necessidade de uso de um esteróide anabolizante, no caso a
testosterona, e observou-se que em muitos homens os resultados no que
se refere a disposição física, mental e sexual houve uma melhora
excepcional. Com os avanços dos estudos de pesquisas em Endocrinologia
chegou-se, hoje, ao uso de Androgênios que causem os menores efeitos
colaterais possíveis.
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Tanto para os homens que ainda já
apresentam os sintomas quanto para aqueles que desejam fazer a
prevenção da Andropausa, se preocupando com uma melhor qualidade de
vida, já existe a Terapia de Reposição Hormonal Masculina, que se
tornou mais segura com a forma de aplicação -não mais por via oral ou
injetável, mas por via transdérmica, através de gel, cremes ou
adesivos cutâneos. Além disso é necessário fazer uma suplementação de
vitaminas, sais minerais, oligoelementos, "smart drugs" para melhorar
a atividade mental, antioxidantes e em especial determinados
aminoácidos que ajudarão a liberar neurotransmissores cerebrais
(melhorando o desinteresse sexual e pelas coisas da vida) e aumentar a
massa muscular que se perde nessa fase da vida masculina.
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Com relação aos homens, que já
passaram também a se preocupar com a longevidade com um perfeito
aspecto estético, o que nós Médicos, temos centrado diz respeito a
Andropausa, que hoje pode ser tratada, devido as recentes descobertas
médicas, podendo qualquer homem manter e, até mesmo, voltar a ter
energia, força física e mental e sua vida sexual completamente normal.
O objetivo Médico agora é fazer o homem sentir-se e até mesmo parecer
mais jovem.
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A medida que o homem envelhece os
níveis da Testosterona (hormônio masculino), da Dehidroepiandrosterona
(S-DHEA) e do Hormônio de Crescimento
vão progressivamente diminuído. A Testosterona sofre uma queda em seus
níveis sangüíneos a uma perda de cerca de 1% ao ano até chegar ao
nível abaixo do limite inferior, ainda que dentro da faixa normal. A
Andropausa ao contrário que ocorre com as mulheres, não traz o fim da
fertilidade para o homem, porem passa haver uma redução dela devido a
uma menor produção de espermatozóides. Também como nas mulheres, por
volta dos 35-40 anos o homem também passa a ter uma maior
predisposição para engordar e com a Andropausa essa tendência se
agrava e esteticamente alguns homens passam também a apresentar perda
de massa muscular, agora pela falta de atividade física e/ou
exercícios e pela deficiência do hormônio masculino. O desejo sexual
já não é mais o mesmo de antes, a qualidade da ereção do pênis
torna-se insatisfatória, sua vida sexual passa também a refletir na
sua disposição mental e para o trabalho. O déficit de Testosterona no
cérebro leva-o a constantes episódios depressivos e sua vitalidade a
cada dia se reduz.
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A Andropausa pode e deve ser
tratada e o homem que faz o tratamento volta a ter a energia, força
física e mental e vida sexual completamente normal, pois
principalmente quando os níveis hormonais são restabelecidos o homem
melhora o humor, acaba a irritabilidade, a depressão e volta a sentir
vontade de ser novamente produtivo no seu trabalho e na sociedade .
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A dose de Testosterona a ser
utilizada depende do quadro clínico de cada paciente, sendo importante
também que se utilize de testosteronas que não sejam tóxicas ao fígado
(ex. Mesterolona ou as de uso tópico em gel) e nem sofram o processo
de aromatização (ex. Undecanoato de Testosterona). A Aromatização
ocorre quando há elevação de uma enzima chamada Aromatase (presente
principalmente no tecido gorduroso, especialmente aquele que se forma
no abdomen do homem ao chegar a meia idade) e esta enzima começa fazer
a transformação do hormônio masculino (Testosterona) em feminino
(Estrógenos), responsáveis por uma série de sintomas e distúrbios no
homem. Assim, muitas das vezes um homem está fazendo o uso de
Testosterona (em uma forma química facilmente aromatizável) e os
sintomas não melhoram, alem de começar apresentar ginecomastia
(mamas), distribuição de gordura corporal mais do tipo feminina e
outros sintomas. Por este motivo a TRH Masculina só deve ser feita por
Médico-Especialista com grande experiência em hormônios.
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Como no tratamento feminino, ao
procurar o Médico, o paciente será submetido a exames laboratoriais
para ser ter uma visão geral do organismo e ser um parâmetro de a
quantas estão os hormônios sexuais, da hipófise, da tireóide e das
supra-renais. Verifica-se, inclusive, se há baixa nos precursores dos
hormônios, dosa-se os níveis da Testosterona Total e Livre e faz-se
uma avaliação de antígeno prostático (PSA Livre, Total e Complexado)
para depois começar a terapia hormonal. Entre 30 e 60 dias o paciente
já sente e apresenta melhora significativa.
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As contra-indicações de reposição
hormonal são para os homens que apresentem o PSA alterado, hiperplasia
benigna da próstata, câncer da próstata e pacientes com antecedentes
de câncer prostático na família. Nesses casos todos as demais terapias
do tratamento são aplicadas exceto a administração dos hormônios.
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A participação da esposa ou
companheira no tratamento e até mesmo detectar os primeiros sinais da
Andropausa são essenciais. Em casais que estão juntos desde jovens
muitas mulheres podem observar essas alterações com mais facilidade e
até mesmo uma simples observação sem conteúdo sexual pode ser
importante: - o cobertor. O homem quando jovem, pelos altos níveis de
testosterona, queixa-se do frio da mulher(devido aos estrógenos -
hormônio feminino) que ao dormir procura se utilizar de um cobertor ou
uma coberta, enquanto o homem quer estar com o ar condicionado ligado.
Na meia-idade, agora o que ocorre é o inverso. Se a mulher não estiver
fazendo TRH, quem mais sente calor é ela e o homem vai dormir de meias
e procura uma coberta para dormir, devido a maior sensibilidade ao
frio decorrente do menor nível de testosterona e em parte pela
elevação dos níveis de hormônios femininos (Estrona e Estradiol) pois
quando pela ação da já citada Aromatase, esta começa fazer a
transformação do hormônio masculino em femininos (Estrona e Estradiol).
Em homens com mais de 55 anos o médico também deve solicitar a dosagem
desses hormônios femininos no homem.
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Durante o tratamento, em todos os
pacientes em Terapia de Reposição Hormonal há um acompanhamento dos
níveis hormonais e demais análises clínicas. É preciso ter controle
inclusive das vitaminas e minerais para se chegar a um equilíbrio do
organismo.
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Este artigo não
pretende a prescrição ou indicação de medicamentos. Se você
apresenta algum dos sintomas citados procure um Médico pois nada
substitui uma consulta com um Médico especializado, pois tanto
para a mulher como para o homem, a avaliação Médica e
especialmente a Terapia Ortomolecular tem que ser individualizada
e só deve ser prescrita por Médico Especialista, e que para se ter
uma base do que se vai indicar para um paciente é necessário fazer
uma minuciosa anamnese clínica, avaliar o estado psico-emocional
do paciente e fazer um estudo pormenorizado com exames
laboratoriais, inclusive Ortomoleculares como o Teste do Cabelo (Mineralograma) e
outros através de sangue, urina e fezes. |
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